"Não evoluí - essa palavra soa corporativa demais - mas viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis" Que reflexão bonita, Lalai. Gostei da sua perspectiva sobre como a mudança de país revira a pessoa. Há algo muito mágico na ideia que temos da chegada e de como os planos ganham outras formas (ou metamorfoses) ao longo dos anos. Suas palavras mexeram comigo, vou revisitar esse texto muitas vezes <3
Sou dos tempos do Chicken or pasta e adoro te acompanhar, mas os textos sobre morar fora batem diferente ♥️ vai ser um prazer te receber na minha casinha de Estrangeirismos, escrevo muito sobre viver longe do Brasil :)
Suas reflexões são ótimas e para quem também mora em Berlim, faz com que eu me identifique ainda mais. Parabéns pelo jeito de escrever, me faz lembrar um pouco o estilo do que li esse ano do Karl Ove Knausgård e também Ioga de Emmanuel Carrere, que acabei de terminar.
Volto a ler seus escritos . Este ultimo é redondo. Possível. Fácil de entender que é possível ser feliz.
Nao saberia aprender como você o fez. Tenho outro mas muito perto na busca de uma só coisa: o SER . Simples assim... mas só palavras podem expressar ao longo da vida o que e sentir-se Ser em qq lugar. Obrigada!
Ah, você mora em Berlim também. Bora armar um café (não agora pq tive que correr pra SP pq aconteceu o mais temido: meu pai teve um piripaque, mas se safou dessa).
gosto cada mais do jeito que tu escreve. tava lendo teu relato/reflexão sobre esses seis anos e fiquei pensando no tanto de vida - ou da pulsão dela - que cabe num corte tão "pequeno" de seis anos. tu já pensou que cada um desses atravessamentos dá uma crônica pra um livro sobre viver num chão que não é teu? esse da saudade dos pais, a culpa e as manifestações físicas dela me pegou. sei lá, acho que pode ser hora de pensar nisso também, um livro, como um desses trabalhos que você inventou.
muitas reflexões tocaram aqui também, ainda que não numa experiência imigrante tão intensa, visto que ainda moro no brasil, mas fora de casa há 15 anos.
e o 'te dou minha palavra' vai furar a fila por aqui. tenho sido especialmente tocada pelo que a noemi anda escrevendo nesses tempos, aí hoje li a tua news e a dela fazendo referência a ele e quis tomar por sinal <3
Obrigada pela bonita mensagem e espero que as reflexões tenham tocado de maneira positiva. <3 Sabe que hoje aconteceu uma das coisas que eu mais temia: meu pai quase enfartou, foi para o hospital (está bem agora) e estou indo às pressas amanhã para SP. Esse medo e essa culpa estão sempre me rondando (e rondam a maioria das pessoas que também têm familiares idosos distantes). Bom, eu confesso que tenho um sonho não assumido de escrever um livro. Tenho vontade de pegar os diários escritos nos últimos seis anos, revirar as fotos e vídeos que contam tantas histórias, e transformar num livro, mas acho que nunca confiei no meu taco de levar isso adiante.
Sobre a Noemi, só não furou ainda, porque estou terminando uma outra leitura (que tá meio arrastada), mas já li algumas páginas e sei que vou devorar.
Acho engraçado essa paixão por lagos que a gente tem quando vive no norte da Europa, haha! Eu só quero saber de lagos ultimamente: seja nos Estados Unidos, Itália, Áustria e por aí vai.
6 anos já, parece ontem! O mais curioso é que faz o dobro agora que moro em Londres, e você vai ver que depois dos 10, nem vai mais fazer reflexão, ela vai ser mais interna que externa. Acho que o importante sobre as cidades que escolhemos como base é fazer com que ela seja tanto casa para a gente quanto nós sermos casa para elas. <3
Imagino mesmo que chega um momento que a gente pensa menos (sente menos também?) alguns pesos de ser imigrante. Vamos nos sentindo mais em casa mesmo. Na real, eu sinto que aqui é a minha casa. Vou pro Brasil e fico com saudades daqui. E o lago acaba virando nossa “praia”, né? E Berlim tem um qtde surreal de lagos (demorei pra crer! Hahahha). Bom te ver aqui. ♥️
Dia 16 de outubro completo quatro anos de Alemanha (em Frankfurt): como me identifiquei com seu texto! Vou precisar refletir mais na frase “viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis", nunca achei algo que descrevesse tão bem o que é ser imigrante! Obrigada e parabéns pelos seis anos!
Obrigada! Gosto e não gosto hehe Tem prós e contras, como tudo na vida e principalmente na vida de imigrante. Mas ultimamente mais prós, sendo sincera :) Beijos e bom domingo!
Lindo texto, Lalai. Vou ficar com essas reflexões por uns dias, acho. E gosto especialmente do trecho "viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis". Parabéns por esses seis anos, pela sensibilidade, pelo jeito maravilhoso de escrever. Um beijo!
"Não evoluí - essa palavra soa corporativa demais - mas viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis" Que reflexão bonita, Lalai. Gostei da sua perspectiva sobre como a mudança de país revira a pessoa. Há algo muito mágico na ideia que temos da chegada e de como os planos ganham outras formas (ou metamorfoses) ao longo dos anos. Suas palavras mexeram comigo, vou revisitar esse texto muitas vezes <3
Obrigada Lidyanne pela leitura e fico feliz que ressoou positivamente por aí. Agora vou lá te seguir, porque adorei o nome da sua newsletter. :)
Sou dos tempos do Chicken or pasta e adoro te acompanhar, mas os textos sobre morar fora batem diferente ♥️ vai ser um prazer te receber na minha casinha de Estrangeirismos, escrevo muito sobre viver longe do Brasil :)
Adorei! Acompanhando (quantas referências ótimas!!!!).
Suas reflexões são ótimas e para quem também mora em Berlim, faz com que eu me identifique ainda mais. Parabéns pelo jeito de escrever, me faz lembrar um pouco o estilo do que li esse ano do Karl Ove Knausgård e também Ioga de Emmanuel Carrere, que acabei de terminar.
Nossa! Fui até vestir uma roupa bonita pra receber esse elogio. ♥️ Obrigada pela leitura e comentário. E eu amo Ioga! Esse livro me virou do avesso.
Hahah continue escrevendo!!! Sim, gostei muito do livro também, ainda estou digerindo. Seria legal se você compartilhasse mais sugestões de leitura :)
Todas as edições da Espiral tem, como nessa, tem dicas de leituras, livros e filmes no final. Só dar uma revirada nas edições anteriores. 🙃
Escrevi, bem mais longamente, de que SER se é em qq. lugar. Seu texto é muito libertador!
Gosto de suas imagens. Do discorrer simples das experiencias da alma. Obrigada.
Escrevi. Será que nao mandei?
Volto a ler seus escritos . Este ultimo é redondo. Possível. Fácil de entender que é possível ser feliz.
Nao saberia aprender como você o fez. Tenho outro mas muito perto na busca de uma só coisa: o SER . Simples assim... mas só palavras podem expressar ao longo da vida o que e sentir-se Ser em qq lugar. Obrigada!
Obrigada, Bettina, pela leitura e pelo comentário. Gosto muito de vê-la por aqui. :)
Edição lindíssima ❤️🍂🧶
Obrigada! Adoro vê-la aqui. ♥️
Que texto lindo e sincero, muito legal acompanhar sua saga em Berlim. Me sentindo inspirada pra ir desvendar esse mundo e partilhar o caminhar.
Obrigada pela leitura e comentário. Vale a pena desvendar o mundo que sempre apresenta versões nossas que desconhecemos. <3
Lalai, tocou meu coração esse texto. Morar em Berlim é um evento incrível ❤️
Ah, você mora em Berlim também. Bora armar um café (não agora pq tive que correr pra SP pq aconteceu o mais temido: meu pai teve um piripaque, mas se safou dessa).
Vamos, com certeza, na tua volta ❤️ sinto muito, mas feliz que ele ficou bem 🙏🏼
Ótimas referências e reflexões!!
Obrigada pela leitura. :)
gosto cada mais do jeito que tu escreve. tava lendo teu relato/reflexão sobre esses seis anos e fiquei pensando no tanto de vida - ou da pulsão dela - que cabe num corte tão "pequeno" de seis anos. tu já pensou que cada um desses atravessamentos dá uma crônica pra um livro sobre viver num chão que não é teu? esse da saudade dos pais, a culpa e as manifestações físicas dela me pegou. sei lá, acho que pode ser hora de pensar nisso também, um livro, como um desses trabalhos que você inventou.
muitas reflexões tocaram aqui também, ainda que não numa experiência imigrante tão intensa, visto que ainda moro no brasil, mas fora de casa há 15 anos.
e o 'te dou minha palavra' vai furar a fila por aqui. tenho sido especialmente tocada pelo que a noemi anda escrevendo nesses tempos, aí hoje li a tua news e a dela fazendo referência a ele e quis tomar por sinal <3
Obrigada pela bonita mensagem e espero que as reflexões tenham tocado de maneira positiva. <3 Sabe que hoje aconteceu uma das coisas que eu mais temia: meu pai quase enfartou, foi para o hospital (está bem agora) e estou indo às pressas amanhã para SP. Esse medo e essa culpa estão sempre me rondando (e rondam a maioria das pessoas que também têm familiares idosos distantes). Bom, eu confesso que tenho um sonho não assumido de escrever um livro. Tenho vontade de pegar os diários escritos nos últimos seis anos, revirar as fotos e vídeos que contam tantas histórias, e transformar num livro, mas acho que nunca confiei no meu taco de levar isso adiante.
Sobre a Noemi, só não furou ainda, porque estou terminando uma outra leitura (que tá meio arrastada), mas já li algumas páginas e sei que vou devorar.
Beijos e obrigada novamente!
melhoras pra ele e boa vinda! <3
Obrigada <3
Lala!! Que reflexões de vida, me vi em algumas.
As edições de Espiral são lindas, lindas!!
Abraço com carinho 🧡
Obrigada pela leitura, comentário e elogio! Fico feliz aqui por ressoar por aí. <3
Me identifiquei muito em alguns relatos ❤️
Acho que tem muita coisa sobre morar fora que traz uma sensação coletiva. Bom te ver aqui. ♥️
Acho engraçado essa paixão por lagos que a gente tem quando vive no norte da Europa, haha! Eu só quero saber de lagos ultimamente: seja nos Estados Unidos, Itália, Áustria e por aí vai.
6 anos já, parece ontem! O mais curioso é que faz o dobro agora que moro em Londres, e você vai ver que depois dos 10, nem vai mais fazer reflexão, ela vai ser mais interna que externa. Acho que o importante sobre as cidades que escolhemos como base é fazer com que ela seja tanto casa para a gente quanto nós sermos casa para elas. <3
Imagino mesmo que chega um momento que a gente pensa menos (sente menos também?) alguns pesos de ser imigrante. Vamos nos sentindo mais em casa mesmo. Na real, eu sinto que aqui é a minha casa. Vou pro Brasil e fico com saudades daqui. E o lago acaba virando nossa “praia”, né? E Berlim tem um qtde surreal de lagos (demorei pra crer! Hahahha). Bom te ver aqui. ♥️
Tão bom ler sobre a experiência de outros imigrantes, obrigada pela partilha!
Obrigada pela leitura e comentário. ♥️
Dia 16 de outubro completo quatro anos de Alemanha (em Frankfurt): como me identifiquei com seu texto! Vou precisar refletir mais na frase “viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis", nunca achei algo que descrevesse tão bem o que é ser imigrante! Obrigada e parabéns pelos seis anos!
Que bom que ressoou por aí. E parabéns pelos 4 anos! Gosta de morar em Frankfurt?
Obrigada! Gosto e não gosto hehe Tem prós e contras, como tudo na vida e principalmente na vida de imigrante. Mas ultimamente mais prós, sendo sincera :) Beijos e bom domingo!
Lindo texto, Lalai. Vou ficar com essas reflexões por uns dias, acho. E gosto especialmente do trecho "viver num país que não é o seu desmonta partes que a gente nem sabia que eram móveis". Parabéns por esses seis anos, pela sensibilidade, pelo jeito maravilhoso de escrever. Um beijo!
Que alegria que ressoou por aí. Obrigada por ler e comentar!! Um beijo pra você também. <3