Foi no chá (Camelia sinensis) — verde, preto, oolong, puehr, matcha — que encontrei meu apreço ao silêncio. E, com ele, o valor da presença. Calma alegria. Contemplação. Os presentes do chá são muitos e se desdobram com o tempo. Cria um espaço que permite dividir silêncio confortável com outras pessoas. É bonito. Espero poder te servir uma cumbuca num dia, espero que não muito distante.
gente, tentei muito muito muito lembrar de cumbuca e não vinha a palavra! hahahahahaha.. obrigada pelo comentário e vou correr lá e trocar bowl pela cumbuca, que é muito melhor <3
Adorei (e me identifiquei com) sua reflexão. Ainda assim, admito que fico muito curiosa pra saber como foi (será) sua experiência quando voltar, focada em viver o momento em vez de ir criando a narrativa e quando a experiência acontece! Haha
uma crônica absolutamente brilhante! claro, conta sobre o estranho gosto do matchá, mas nao
é este o tema para mim como leitora: é a forma como você desenrola a invasão e seus progressivos estados de consciência quanto ao que o espaço pede - e que nao foi a razão de você adentrá-lo!
Eis a cronisca. Invadimos espaços sagrados para poder escrever sobre o silencio.
Gostei do lugar (embora nunca tenha provado matcha) e também da provocação. Sendo mãe de um furacão de quatro anos e estando grávida de 8 meses, prezo bastante o silêncio, pois são poucas as horas em que consigo usufruí-lo, rsrs. Inclusive por isso minha lista de séries e filmes cresce, mas durante o pouco tempo sozinha, acabo preferindo os livros às telas.
Foi no chá (Camelia sinensis) — verde, preto, oolong, puehr, matcha — que encontrei meu apreço ao silêncio. E, com ele, o valor da presença. Calma alegria. Contemplação. Os presentes do chá são muitos e se desdobram com o tempo. Cria um espaço que permite dividir silêncio confortável com outras pessoas. É bonito. Espero poder te servir uma cumbuca num dia, espero que não muito distante.
Que lindeza, Chebel. Eu vou amar tomar chá com você. Te espero em Berlim para dias ensolarados e silenciosos. <3
Bela investigação. O que mais percebo é que a maioria ainda não cruzou o desejo de sentir o silêncio pra de fato viver ele!
Sim! Eu desejo muito e é treinamento constante.
E por falar em lost in translation, temos uma palavra muito mais saborosa do que bowl: cumbuca, vinda do quimbundo. Delícia de texto!
gente, tentei muito muito muito lembrar de cumbuca e não vinha a palavra! hahahahahaha.. obrigada pelo comentário e vou correr lá e trocar bowl pela cumbuca, que é muito melhor <3
E você sabe… macaco velho não mete a mão na cumbuca! Hahahah
hahahahaha.... amo!
Às vezes me pergunto se habitamos as coisas ou as versões que construímos delas
Gosto da reflexão e não tenho resposta.
Adorei (e me identifiquei com) sua reflexão. Ainda assim, admito que fico muito curiosa pra saber como foi (será) sua experiência quando voltar, focada em viver o momento em vez de ir criando a narrativa e quando a experiência acontece! Haha
to aqui me preparando para pagar 8 euros no matcha.... hahahahaha
Que vc nem gosta hahahah
Eu espero muito que você volte! E nem precisa contar aqui depois (mas se quiser, pode -- vou adorar)
acho que a próxima será mesmo só para o chá… :)
Eu também não gosto de matchá, mas iria nesse cantinho, talvez só pra pensar. :)
Tenho certeza de que você vai gostar ♥️
uma crônica absolutamente brilhante! claro, conta sobre o estranho gosto do matchá, mas nao
é este o tema para mim como leitora: é a forma como você desenrola a invasão e seus progressivos estados de consciência quanto ao que o espaço pede - e que nao foi a razão de você adentrá-lo!
Eis a cronisca. Invadimos espaços sagrados para poder escrever sobre o silencio.
Que delícia ler isso! Obrigada pela leitura e comentário generoso. <3
Gostei do lugar (embora nunca tenha provado matcha) e também da provocação. Sendo mãe de um furacão de quatro anos e estando grávida de 8 meses, prezo bastante o silêncio, pois são poucas as horas em que consigo usufruí-lo, rsrs. Inclusive por isso minha lista de séries e filmes cresce, mas durante o pouco tempo sozinha, acabo preferindo os livros às telas.
Nossa, imagino! Vc ia adorar esse lugar (e se não gostar de matcha, tem chá).
Excelente
Obrigada pela leitura.
Acabou que o texto ficou textão, daqueles que cutucam a gente, em muitos sentidos.Amei e confesso, invejei a escrita.
obrigada pela leitura e comentário... <3
Me fez pensar em como, muitas vezes, a gente transforma até os momentos de silêncio em algo para registrar, em vez de simplesmente vivê-los.